Acesso à Contraceção na Europa: Portugal está entre os países que melhor combinam cobertura do sistema de saúde, aconselhamento especializado e informação pública acessível
O Contraception Policy Atlas Europe, preparado pelo European Parliamentary Forum para os Direitos Sexuais e Reprodutivos, oferece uma análise comparativa das políticas públicas de contraceção em 47 países europeus.
O estudo de 2026 volta a colocar no centro do debate europeu um tema essencial para a saúde pública e os direitos humanos: o acesso universal à contraceção. E confirma uma tendência bem conhecida – a Europa está a avançar, mas continua profundamente desigual no que toca à garantia da autonomia reprodutiva.
Portugal está entre os três principais países que reforçaram as políticas de acesso, informação e financiamento de métodos contraceptivos. Em primeiro lugar está a França (97,9%), seguida pelo Reino Unido (95,8%) e depois Portugal (93,8%). Estamos entre os países que demonstram que políticas consistentes – desde métodos livres até à integração da contraceção nos cuidados primários de saúde – têm um impacto direto na autonomia das pessoas e na prevenção de gravidezes não planeadas.
Também decisivo para esta ascensão de posição foi o trabalho desenvolvido nos últimos 2 anos entre a Sociedade Portuguesa de Contraceção e a SNS24 na atualização da informação oficial online.
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